13 de Outubro de 2020, 12:41
  -  Justiça - Brasil
'Não foi a melhor decisão', diz Mourão sobre André do Rap

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira (13) afirmou que não foi a melhor decisão do STF autorizar a soltura de André do Rap, suposto líder do PCC (Primeiro Comando da Capital). 

 

 

"Eu acho que não foi a melhor decisão a ser tomada pela periculosidade do marginal", afirmou Mourão. Para o vice-presidente, cabe ao STF (Supremo Tribunal Federal) corrigir a situação. 

 

 

"O que acontece que a sociedade não aceita mais determinadas decisões que coloquem em risco ela própria. Isso gera uma reverberação, principalmente na porção mais esclarecida da sociedade, mas compete ao próprio Supremo corrigir", disse Mourão. 

 

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira (13) afirmou que não foi a melhor decisão do STF autorizar a soltura de André do Rap, suposto líder do PCC (Primeiro Comando da Capital). 

"Eu acho que não foi a melhor decisão a ser tomada pela periculosidade do marginal", afirmou Mourão. Para o vice-presidente, cabe ao STF (Supremo Tribunal Federal) corrigir a situação. 

 

"O que acontece que a sociedade não aceita mais determinadas decisões que coloquem em risco ela própria. Isso gera uma reverberação, principalmente na porção mais esclarecida da sociedade, mas compete ao próprio Supremo corrigir", disse Mourão.  

 

 

André do Rap foi solto no sábado (10), beneficiado por um habeas corpus do ministro do STF Marco Aurélio Mello. Horas depois da soltura, o presidente do STF, Luiz Fux, revogou a prisão e André do Rap voltou a ser foragido da Justiça. 

 

 

Prisão em 2019

André do Rap havia sido preso pela Polícia Civil em setembro de 2019 em sua mansão em Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro. Ele era procurado desde 2014, sob acusação do MPF (Ministério Público Federal) de ser responsável por traficar cocaína para diversos países, através do Porto de Santos.

 

 

Além da casa de luxo onde foi preso, ele tinha um patrimônio estimado pelos investigadores em R$ 17 milhões. Segundo a Polícia Civil, ele levava uma vida confortável: promovia festas, vivia em mansões e viajava de helicóptero para participar de reuniões de negócio.

 

 

Com ele foram apreendidos diversos bens, como um helicóptero, no valor de R$ 7 milhões, uma lancha Azimut, de 60 pés, avaliada em aproximadamente em R$ 6 milhões, e um veículo, modelo Tucson. Nenhuma arma foi encontrada na casa.

 

De acordo com a Polícia Civil, a investigação contou com o apoio de agentes da Itália e dos Estados Unidos

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