08 de Julho de 2019, 12:14
  -  Política - Sem Cidade
Talles Barreto diz que Caiado pode acabar com licença-prêmio dos servidores públicos

Deputado estadual afirma que o governador pode acabar com os quinquênios e pode reduzir carga horária para diminuir salários

 

O líder da oposição na Assembleia Legislativa, Talles Barreto (PSDB), afirma que não está fazendo combate sistemático ao governo de Ronaldo Caiado (DEM). “Na verdade, sou crítico dos equívocos do governo de Caiado — que são muitos. Não faço oposição à pessoa.”

 

Talles Barreto diz que o governo está aquém do esperado pelos aliados de Ronaldo Caiado. “Até aliados dizem que a falta de experiência com gestão pública está fazendo a diferença, em termos negativos. Com uma equipe amadora, que não conhece Goiás e a administração pública, Caiado faz um governo na base do improviso. Por isso vive voltando atrás. Quando mexeu no programa Jovem Cidadão, criou uma instabilidade absolutamente desnecessária. Mexeu nos incentivos fiscais, o que pode levar empresas a saírem de Goiás.  O atrito com a Universidade Estadual de Goiás (UEG), uma instituição dos goianos, prova que não há mesmo interesse pela educação. A retirada de militares dos colégios militares é outro equívoco grave. O esvaziamento do Vapt-Vupt é preocupante. Quis mexer no FCO. Não recuperou rodovias. O fato é que ele se organizou para ganhar a eleição, mas não se preparou para governar. Não vou ficar desconcertado se, em quatro anos, Goiás recuar quarenta anos.”

 

A redução da folha de pagamento não é, na opinião do deputado, uma realidade. “Reduzir 0,8% é o mesmo que nada. Anote: Caiado não vai conseguir colocar Goiás no regime de recuperação especial. O governo de Goiás vai acabar não aderindo. O risco de calote nos bancos federais e no governo federal é imenso. O que Caiado quer mesmo é seis meses de fôlego para fazer alguma coisa. Os goianos devem ficar atentos: dias difíceis virão. Caiado vai acabar com a licença prêmio, com os quinquênios e pode reduzir a carga horário do funcionalismo público com o objetivo de diminuir salários. Se o STF autorizar, ele fará isto.” Fonte: Jornal Opção

   
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