02 de Fevereiro de 2019, 18:55
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MARIDO DESCOBRE QUE MULHER CONTRATOU UM PISTOLEIRO PARA MATAR ELE

"Empresário conviveu dez dias com mulher ciente do plano de matá-lo"

 

Ciente de toda história, ele forjou a própria morte, combinando com o pistoleiro encomendado. O dia marcado seria 19 de janeiro de 2018, dia em que o casal chegou a ir para um show.

 

Após descobrir o plano de sua companheira, Suely Morais Amaral, e de seu enteado, Igor Amaral, para matá-lo, o empresário Jaetts Ferreira Júnior conviveu por dez dias com a mulher sabendo de toda a trama. Ele descobriu após o “matador” revelar que foi contratado pela servidora pública aposentada para executá-lo. Ciente de toda história, ele forjou a própria morte, combinando com o pistoleiro encomendado.

 

Segundo relato de Jaetts Ferreira, pressionado pela mulher para que o crime fosse efetuado o mais rápido possível, o “matador” afirmou a ela que mataria o empresário no dia 19 de janeiro. Neste mesmo dia, Suely teria combinado de ir a um show com Jaetts. Segundo o empresário, o pistoleiro avisou a ele que a morte seria neste dia. O plano não deu certo porque a família recebeu a visita de representantes de outro país e ele precisou sair de casa acompanhado pelos visitantes até um hotel. “Liguei pra o matador. Ele disse que iria inventar que não me matou porque eu estava acompanhado de outras pessoas”, conta o empresário.

 

Depois disso, ele conta que retornou para casa e, ao entrar no quarto, a Suely gritou de susto, porque imaginava que ele já estaria morto. “Perguntei por que ela estava assustada e ela disse que estava aperreada. Então perguntei por que ela ainda não estava arrumada para o show. E ela me respondeu que iria se arrumar rapidinho. Fomos ao show, maravilhoso, dançamos, brincamos, jantamos, tiramos várias fotos, que estão nas redes sociais”, conta Jaetss, que acrescenta: “Tive que ter sangue frio para habitar o mesmo ambiente com uma pessoa que já tinha a convicção que tinha um plano para me matar. Convivi dez dias em casa praticamente sem dormir”.

 

Por não ter dado certo no dia 19, Jaetts conta que o suspeito, identificado pela polícia com o prenome de João, afirmou que estava sendo pressionado a matá-lo e que Suely teria dado até dia 24 de janeiro para efetuar o serviço. Caso ele não fizesse, ela teria outro grupo de pistoleiro para fazer. “Não tenho noção do que vou fazer, no estado vai ser difícil eu permanecer porque não tenho segurança, não tenho cabeça para permanecer numa situação dessa. Como vou caminhar na praia, como vou andar no shopping, como vou tirar meu carro da garagem?”, desabafa.

Fonte:Op9

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