18 de Novembro de 2020, 15:08
  -  Saúde - Brasil
Vacinas contra coronavírus: o que sabemos sobre eficácia e sobre quando poderão estar disponíveis

As farmacêuticas Pfizer e BioNTech anunciaram nesta quarta-feira (18/11) que a vacina que estão desenvolvendo contra o coronavírus tem 94% de eficácia entre pessoas com mais de 65 anos.

 

 

O anúncio, baseado na conclusão da fase 3 de testes, acontece poucos dias depois de duas empresas que também trabalham em vacinas contra o coronavírus publicarem dados novos sobre eficácia de seus produtos.

 

 

Na segunda-feira (16/11), a empresa americana Moderna publicou dados preliminares sobre sua nova vacina contra a Covid-19 que apontam uma eficácia de quase 95%. Os desenvolvedores da vacina russa Sputnik V publicaram resultados similares. Além disso, a chinesa Sinovac anunciou que sua vacina, a CoronaVac, é segura e conseguiu induzir a produção de anticorpos em 97% de seus voluntários testados.

 

 

Agora a Moderna e a Pfizer/BioNTech disseram que planejam pedir aprovação para distribuírem suas vacinas nas próximas semanas.

 

 

Mas ainda que esses anúncios encham as pessoas de otimismo, especialistas pedem cautela: a maioria dos dados publicados até agora são preliminares e muitas perguntas centrais sobre essas vacinas ainda precisam ser respondidas.

 

 

As três vacinas que até agora divulgaram dados sobre eficácia (da Pfizer/BioNTech, da Moderna e a Sputnik V) foram testadas em dezenas de milhares de pessoas, não apresentaram problemas significativos de segurança e nem reportaram reações adversas inesperadas nos voluntários.

 

 

No entanto, ainda não se sabe quanto tempo dura a imunidade oferecida pela vacina. Os voluntários precisarão ser acompanhados durante muito mais tempo para que essa dúvida seja esclarecida.

 

Além disso, nenhuma das empresas apresentou uma análise detalhada de sua eficácia em diferentes faixas etárias, embora Tal Zaks, diretor-médico da Moderna, tenha dito à BBC que seus dados preliminares sugerem que a vacina "não parece perder sua potência" em pessoas mais velhas.

 

 

Ainda não se sabe se as vacinas simplesmente evitam que as pessoas adoeçam gravemente ou se também podem ajudar a impedir a propagação do vírus de uma pessoa para outra.

 

 

E é muito importante lembrar que todas as empresas ainda estão testando seus produtos, então os números finais de eficácia podem mudar.

Fonte:G1

 

 
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