09 de Julho de 2018, 22:41
  -  Turismo - Pirenópolis
10 motivos que fazem do Quinta Santa Bárbara Eco Resort um projeto positivo para Pirenópolis

Pioneira em Pirenópolis, a Pousada Quinta Santa Bárbara foi inaugurada no início dos anos 1980 e tornou-se um dos mais charmosos endereços da cidade atraindo visitantes de várias partes do Brasil.

 

 

Em maio de 2015, o estabelecimento teve as suas atividades interrompidas para dar início a um novo projeto turístico hoteleiro, sustentável e ecologicamente correto, o Quinta Santa Bárbara Eco Resort. Conheça 10 motivos que fazem desse projeto um novo paradigma de como construir com responsabilidade ambiental e os seus benefícios para a cidade e para a comunidade:

 

 

1 – Projeto totalmente legalizado

O Quinta Santa Bárbara Eco Resort possui todas as aprovações legais e autorizações para sua edificação, incluindo a do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que aprovou o projeto arquitetônico. E ainda, cumpriu com todas as normas previstas no Plano Diretor do município. Recentemente, em maio deste ano, a obra teve sua licença ambiental de instalação renovada pela Prefeitura de Pirenópolis.  O projeto do Quinta Santa Bárbara Eco Resort foi conceituado de acordo com padrões de sustentabilidade. Observa rigorosamente e preocupa-se com a preservação do meio ambiente, a integração à paisagem local, a valorização da cultura da cidade, a geração de empregos para a comunidade, a qualificação da mão de obra, e sempre obedecendo rigorosamente às exigências legais do Iphan e do Plano Diretor.

 

2 – Preservação ambiental

A área do Quinta Santa Bárbara Eco Resort possui 60 mil metros quadrados e nela somente 10% serão ocupados com edificações. Desse total 72% são compostos por áreas permeáveis. Serão dedicados 30 mil metros quadrados exclusivos para vegetação, incluindo uma área de preservação permanente. Boa parte da área verde estava degradada por forte processo erosivo. A obra de recuperação exigiu grande volume de recursos e foi realizada às custas do Quinta Santa Bárbara. Nessas últimas chuvas, intensas, não ocorreram inundações no entorno do terreno. Não há exigência legal para a elaboração de um EIA-RIMA. Em verdade, de acordo com a lei, foi desenvolvido um Plano de Gestão Ambiental (PGA), aprovado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A aprovação da solução proposta para a recuperação do passivo ambiental do terreno passou à época pelo crivo dos membros do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – CONDEMA e pela Prefeitura Municipal. Importante destacar que o empreendimento irá preservar a única nascente existente na área. Sobre ela não existem edificações.

 

3 – Sustentabilidade

O Quinta Santa Bárbara Eco Resort racionaliza o uso dos recursos naturais adotando técnicas de energia solar, aproveitamento de águas das chuvas, educação ambiental para colaboradores e hóspedes, coleta e seleção de lixo, reaproveitamento de águas sujas (pias, banheiros), estação própria de tratamento de esgoto – ETE, treinamento/seleção profissional, geração de empregos formais e de impostos, vagas de garagens suficientes e com sobra para atender seus hóspedes (muitos virão de Van, Micro ônibus, Táxi), parceria com artesãos e artistas locais para exposição e venda de seus produtos, bem como fomento de renda para os diversos agentes que fazem parte da atividade turística.

 

4 – Ocupação contínua e sustentável

O Quinta Santa Bárbara possui modelo de ocupação prolongada. Os seus hóspedes consumirão por mais tempo na cidade. O comércio em geral será beneficiado. Espera-se maior ocupação nos dias de semana quando o fluxo de turistas é mais baixo. O perfil de seus clientes é de renda alta, fazendo com que ocorram mais gastos no comércio local.

 

5 – Sem impacto para o trânsito

O empreendimento possui Estudos de Impacto de Trânsito e de Vizinhança, que aprovaram a implantação do projeto. Existem três acessos ao Resort que não passam pelo centro histórico, os hóspedes serão informados sobre eles. Pela proximidade, também serão incentivados para fazerem seus passeios pela área tombada a pé. Não haverá superlotação, existem regras rígidas, claras e bem definidas com relação ao número máximo de ocupantes dos apartamentos.

 

6 – Estímulo para os restaurantes, comércio e pousadas

Não é permitido cozinhar nos apartamentos, os hóspedes terão inúmeras oportunidades para consumirem nos restaurantes locais e irão às compras e passeios pela cidade. O investimento em marketing feito pelo Quinta Santa Bárbara para divulgar o destino atrairá mais turistas e esses atrairão outros. Isso também beneficiará as pousadas locais com a maior divulgação. As diárias do Resort terão valor compatível com o alto padrão do empreendimento. Ganham todos!

 

7 – Sem sobrecarga para a estrutura urbana

O Quinta Santa Bárbara terá estação própria de tratamento de esgoto (ETE) e irá tratar 100% dos seus resíduos. Não dependerá da água fornecida para a cidade, pelo contrário, o excesso abastecerá a Saneago que por sua vez distribuirá para as residências locais. Os seus poços artesianos estão legalizados e não prejudicam o lençol freático, pois a captação é profunda. A energia elétrica que será usada no Resort é de tensão média, diferente daquela que chega aos lares e pequenos comércios de Pirenópolis. Por esse motivo o próprio empreendimento irá custear e instalar o seu transformador de energia. E mais, tanto os blocos dos apartamentos quanto às edificações de áreas comuns, lazer e serviços de hotelaria terão sistema de aquecimento solar, para reduzir o consumo de energia.

 

8 – Um proprietário apenas por fração e valorização imobiliária

Cada proprietário possui seu tempo de uso ou de cessão ao pool hoteleiro definido. Assim estarão disponíveis os 192 (cento e noventa e dois) apartamentos, não mais do que isso e nem sempre lotado! Uma vez estando a unidade ocupada outro não poderá usufruir do Resort por ela. A conta é simples: um por vez! Sem sobrecarga de todos ao mesmo tempo, aliás, isso seria impossível.  Os imóveis localizados no entorno do Resort sofrerão valorização imobiliária em função da influência de proximidade com o empreendimento. Concentrar e racionalizar a ocupação imobiliária urbana sustentável num único imóvel traz reflexos positivos e menores impactos.

 

9 – Geração de empregos e de renda

O Quinta Santa Bárbara será capaz de gerar mais de 200 empregos entre diretos e indiretos, tanto no período de obras quanto na sua implantação. Para essas contratações, o empreendimento irá priorizar mão de obra e fornecedores locais. Haverá um “ganha a ganha” destinado para o guia de turismo, o comércio, a padaria, o taxista, a loja, o artesanato, a lavanderia, a gráfica, enfim para as atividades turísticas e para o município com mais impostos.

 

10 – Fim das Enchentes

Antes mesmo do início de suas operações, o Quinta Santa Bárbara Eco Resort já traz reconhecidos benefícios para a cidade. Elevados recursos financeiros foram investidos em obras de infraestrutura na Rua Santa Bárbara – Bairro Alto do Bonfim, para acabar com a ocorrência de enchentes no local e para eliminar grave problema ambiental no seu terreno ocasionado por falta de captação de águas pluviais. Ao longo da via foram construídos vários conjuntos de bocas de lobo, para dar vazão à enxurrada gerada pelas chuvas. Além disso, a obra de engenharia construiu cerca de 450 metros de galerias pluviais. As obras de drenagem na Rua Santa Bárbara deram fim aos alagamentos e a um forte processo erosivo no terreno do resort que, se não fosse contido, poderia afetar o Córrego Pratinha. As medidas também trouxeram mais conforto e segurança para a vizinhança que sofreu por décadas com enchentes e acabou beneficiando as áreas mais baixas da cidade como a Ponte de Pedra e a Rua do Lazer.